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Publicitação de devedores incobráveis é dissuasora do incumprimento. 
Conheça como funciona a lista pública de execuções frustradas, por inexistência de bens penhoráveis. E que tem por objectivo os procedimentos de cobrança mais rápidos e eficazes para o credor diminuir os atrasos nos pagamentos e contribuir para dinamizar a economia.
1 - O que é a lista de execuções
É uma lista electrónica de dados, disponível na Internet através do endereço electrónico de acesso público http://www.tribunaisnet.mj.pt. Foi criada em Março de 2009, com o objectivo das instituições de crédito e outros futuros credores passarem a ter acesso a esta lista no momento da concessão de crédito, com a sua publicidade a funcionar como mecanismo dissuasor do incumprimento de contratos.
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Saiba como vender e comprar fundos de investimento.
- Vender
Por vezes, um fundo de investimento pode facilmente transpor a barreira do racional e tornar-se algo pessoal. Quando isso sucede, a sua alienação torna-se num acto doloroso, sobretudo quando é preciso assumir perdas. Mas também quando os ganhos de um ano ficam bem acima da média dos seus concorrentes, os investidores devem colocar a hipótese de se livrarem do fundo porque, provavelmente, o que têm em carteira não é exactamente o que pensam. Em qualquer uma das situações é fundamental haver um distanciamento emocional dos produtos e nunca levar a peito as perdas nem empolar os ganhos.
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É frequente existirem clientes com vários créditos desajustados, que podem ser consolidados num único permitindo uma poupança mensal de muitos euros, por exemplo. Por outro lado, se pondera pedir um crédito pessoal ou automóvel tem todo o interesse em documentar-se do maior número de simulações para fazer comparação e escolher a mais vantajosa no seu caso.
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Se quiser recuperar a peça de ouro, a penhora é uma alternativa. Mas implica
juros elevados.
As casas de penhores, ou prestamistas, já existem há muitos anos em Portugal. O bem a penhorar, de preferência em ouro, serve de garantia ao empréstimo do dinheiro. É cobrada uma taxa até 1% do valor da peça para a avaliar, mas, em regra, aplicam o máximo, mesmo que o consumidor não avance.
Se aceitar, é assinado um contrato de mútuo com penhor e cada uma das partes fica com um exemplar. O contrato é válido por um mês e é renovado por períodos iguais e sucessivos até ao máximo de dois anos. Para tal, o cliente paga uma taxa de juro mensal de 3% (no caso do ouro) sobre o montante entregue. Se o consumidor se atrasar no pagamento dos juros, fica sujeito a uma taxa de mora que, actualmente, é de 6,351% ao ano. Por exemplo, para uma dívida de 100 euros, gasta cerca de 53 cêntimos por cada mês que falhar o pagamento dos juros.
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