Olhando para os números absolutos, o total de estrangeiros inscritos em centros de emprego tem vindo sempre a crescer desde 2001, mas fazendo a ponderação em relação ao "stock" total de imigrantes 2006 mostra "os primeiros sinais de declínio".
Os imigrantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e os da União Europeia foram os que registaram as mais acentuadas reduções no número de desempregados no biénio 2005-06, com Angola e Reino Unido a liderar.
No caso de Angola, não só tem a maior diminuição percentual, como é a recuperação mais "simbólica", já que por nacionalidades é a quarta mais atingida pelo problema. Em termos absolutos, Brasil lidera destacado, com um total de 4.952 desempregados inscritos. Um número expressivo que representa 22,8% do total de estrangeiros registados pelo Instituto de Emprego. Estes, por seu turno, respondem por 4,8% do total do desemprego "oficial".
Fonte: in Jornal de Notícias