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Estudo: Procura de casas pode cair 80% em Portugal
Quinta, 12 Agosto 2010 19:35

Estudo conclui que o envelhecimento populacional terá um impacto negativo na procura de casas e fará descer os preços das habitações.noticias

O envelhecimento dos portugueses pode fazer cair o preço das casas em cerca de 80%. A diminuição da procura e dos preços deverá ter efeitos já apartir de 2010. A conclusão é de um estudo publicado pelo Banco Internacional de Pagamentos, que mede os efeitos do envelhecimento populacional nos preços das habitações e segundo o qual Portugal é o país europeu que mais impacto sentirá na procura das casas com o envelhecimento.

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Juros: Euribor descem em todos os prazos, quatro meses depois
Quinta, 12 Agosto 2010 19:31

As maturidades europeias recuaram hoje em todos os prazos, uma notícia positiva para as famílias com crédito à habitação.noticias

A Euribor a seis meses, a mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação, desceu para 1,154%. Esta maturidade esteve a subir durante 54 sessões consecutivas e já não descia desde 27 de Maio.

Já o prazo a 12 meses recuou para 1,423%, enquanto a taxa a três meses, a referência nos empréstimos às empresas, caiu para 0,899%.

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Saiba qual é a melhor altura para encontrar emprego
Domingo, 08 Agosto 2010 18:38

As empresas aproveitam os meses imediatamente antes e a seguir ao verão para refrescar os seus quadros.au_travail-35

Com o inicio do verão, o mercado de trabalho reduz actividade e muitas empresas fecham parcialmente durante várias semanas. Se está desempregado ou deseja trocar de emprego esta não é uma boa altura para encontrar trabalho.

Há que estar sempre atento a possíveis oportunidades de trabalho mas também é importante saber qual é a melhor altura para procurar, no sentido de optimizar esforços e ter mais possibilidades de sucesso.

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Depósitos: Ser saltitão de bancos compensa?
Sábado, 07 Agosto 2010 00:12

Saltar de banco para banco pode render 2% por ano, mais do que os juros oferecidos nos produtos de curto prazo sem risco.noticias

Os depósitos crescentes estão na moda. É raro o banco que não esteja a oferecer aos seus clientes um depósito entre três a cinco anos que vai aumentando os juros à medida que o tempo passa, prometendo assim uma remuneração mais simpática do que a oferecida pelos tradicionais depósitos a prazo. Todavia, para os aforradores, o custo de alocar parte das suas poupanças nestes produtos traduz-se na falta de liquidez, visto que o dinheiro não poderá ser resgatado antes do prazo do produto sem que haja penalização do juro.

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