|
Sábado, 21 Janeiro 2012 18:43 |
|
O mercado livre de electricidade entra em vigor em 2013, com o fim das tarifas reguladas (aquelas que aumentaram 4% este ano), e a partir daí vai ser preciso escolher um fornecedor que esteja nesse mercado. Saiba como tudo vai funcionar e que vantagens existem.
O que é o mercado livre de electricidade? Hoje, a maioria dos contratos de electricidade dos clientes domésticos têm como base uma tarifa regulada, definida pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e a partir da qual se chega depois à tarifa que se paga todos os meses pelo consumo efectuado. Contudo, para trazer concorrência ao sector e potenciar a entrada de outras empresas além da EDP - a única que pratica as tarifas reguladas - instituiu-se que o mercado deveria ser liberalizado e que as tarifas reguladas iriam acabar, passando a ser as empresas a definir os preços.
|
|
Continuar...
|
|
|
Domingo, 27 Novembro 2011 12:04 |
|
O governo actualizou a portaria de 2002 relativa às taxas sobre as instalações eléctricas. A partir de agora o valor pedido pela instalação, actualização ou verificação de um contador da luz, vai ser mais alto.
Até agora as taxas eram as seguintes:
a) Pela apreciação do projecto de instalações eléctricas de abastecimento público €125; b) Pela vistoria de instalações eléctricas de serviço particular que não carecem de licença de estabelecimento €200; c) Pela revistoria para verificação de cláusulas impostas € 200; d) Pela aprovação de projectos tipo ou de elementos tipo de instalações eléctricas € 750; e) Pela apreciação de projecto de instalações eléctricas de serviço particular € 1 por kilovolt-ampere, com um mínimo de €250 e um máximo de €2500; f) Pelo averbamento e emissão de segundas vias de licenças €50; g) Pela transferência de titularidade de licenças €50; h) Pela vistoria ou revistoria feita aos sábados, domingos ou feriados, a requerimento do interessado, a taxa devida é o dobro da taxa prevista em condições normais de vistoria ou revistoria.
|
|
Continuar...
|
|
Quinta, 20 Outubro 2011 18:02 |
|
As empresas estão a adoptar soluções na "cloud" [nuvem] para as mais variadas tarefas. Desde o processamento de salários, passando por serviços tão banais como o "e-mail" ou a vídeoconferência, as soluções de "cloud computing", pela sua natureza fácil e barata, estão a ganhar terreno entre as pequenas e médias empresas em Portugal.
Imagine colocar de parte investimentos sucessivos em "software", em actualizações de computadores e em armazenamento de dados todos os anos, e passar a delegar a terceiros as responsabilidades de apoio técnico - e tudo através de uma pequena mensalidade por utilizador. Este pode parecer um cenário longínquo para muitas pequenas e médias empresas, mas já está ao alcance de todos.
|
|
Continuar...
|
|
Sexta, 07 Outubro 2011 11:19 |
|
O aumento do IVA para 23% na electricidade e no gás já chegou. Saiba como manter uma factura magra face aos quilos que o Estado lhe acrescentou.
1. Troque as lâmpadas incandescentes
Substitua as lâmpadas incandescentes e as de halogéneo. Com uma utilização média de cinco horas diárias, recupera o investimento em menos de seis meses, segundo os dados da TerraSystemics, consultora perita em Energia e Gestão de Carbono. De acordo com a Quercus, a troca por lâmpadas economizadoras permite que uma família poupe 2,1% no consumo de electricidade, ou seja, 84 quilowatts por hora (kWh) e 11 euros por ano. A eficácia das lâmpadas fluorescentes tubulares é muito maior do que as incandescentes, pois produzem menos calor e a electricidade destina-se mais à obtenção de luz. São mais caras, mas consomem até menos 80%. As lâmpadas de baixo consumo são pequenos tubos fluorescentes adaptados a vários tamanhos, formas e suportes das mais comuns e a sua poupança permite amortizar o investimento antes de terminar o tempo de vida útil (entre 8 mil e 10 mil horas). Não são recomendáveis para sítios onde se acenda e apague muitas vezes a luz, porque este comportamento reduz significativamente a sua vida útil.
|
|
Continuar...
|
|
|
|
|
|
|
Pág. 1 de 22 |