Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Liderar é inspirar. Será que em Portugal há muitos líderes que inspiram?p_persos-07

A presidente da associação dos gestores de recursos humanos diz que a área da liderança é uma das que mais tem de ser melhorada em Portugal. Para Margarida Barreto, liderar é inspirar. E em Portugal isso acontece pouco.

Salários reduzidos, acusações de baixa produtividade... Os trabalhadores portugueses têm algum motivo para se sentirem orgulhosos?
As generalizações são sempre muito enganosas. Há muitos trabalhadores portugueses que têm muitos motivos para se sentirem orgulhosos e haverá outros que nem tanto. Em Portugal há pessoas que trabalham muito e muito bem, ao nível dos melhores países europeus ou mundiais, com muito empenho e dedicação, principalmente quando integrados em culturas participativas e inovadoras, com uma liderança forte e processos claros e bem organizados. Só assim se explicam os casos de sucesso mundial de algumas empresas portuguesas - de que infelizmente pouco se fala, se calhar porque não vende - e também o facto de várias subsidiárias portuguesas de empresas multinacionais serem as melhores subsidiárias do mundo dessas empresas.

Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

Um bom líder é aquele que ocupa 40% do seu tempo a tratar ou a lidar com pessoas, diz o Hay Group.au_travail-44

Saber gerir talentos tem, na conjuntura actual, uma importância crescente. Existe um maior compromisso com as pessoas por parte de quem lidera as empresas. Um terço dos líderes em todo o mundo dizem trabalhar com assuntos relacionados com pessoas e confessam estar cada vez mais atentos e ligados aos seus colaboradores. E na base da sua actuação está a preocupação em saber desenvolver as suas capacidades, captar os melhores talentos, e retê-los na empresa. Quem o afirma é Luis Reis, administrador delegado da consultora de RH e gestão Hay Group. Segundo diz, "todos os colaboradores são importantes. Porém, actualmente, dá-se mais importância às pessoas que não se quer mesmo perder, que têm maior potencial e que mesmo em momentos de crise têm mercado, fazendo-se um maior aproveitamento do potencial dos colaboradores".

Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

Os empresários, gestores, banqueiros e trabalhadores comuns podem aprender a ser optimistas. Saiba como.p_persos-06

Sentimos-lhe a segurança no discurso logo às primeiras palavras ditas na sala tranquila para onde a psicóloga Helena Águeda Marujo nos guia. A professora da Universidade de Lisboa diz que todos precisamos de ver valorizado o trabalho e o desempenho. Que isso acontece independente das funções ou da origem social. E muito antes de as pessoas pensarem no salário ideal ou justo.

Votos do utilizador: 5 / 5

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa

Google não tem dúvidas de que criatividade e gestão de ideias, recursos humanos e informação e inovação vão ser departamentos essenciais em qualquer empresa daqui a 10 anos. Se não tem trabalho, já sabe em que áreas pode investirpresses-13

Como serão as profissões daqui a 10 anos? A Google acredita que as tecnologias e as ferramentas de colaboração vão permitir a criação de novos postos de trabalho nas empresas. Se anda à procura de emprego, fica a saber que o futuro está em três grandes categorias: criatividade e gestão de ideias, recursos humanos e departamento de informação e inovação. Esta é, pelo menos, a conclusão do estudo «A Década Decisiva», realizado pela The Future Foundation, a pedido da Google.

 

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

Empresas de Recursos Humanos recomendam mais formação e reajustamento da carreira ao mercadoeleves-20

A formação e o reajustamento da carreira ao mercado são os melhores caminhos de saída de uma situação de desemprego superior a um ano, defenderam responsáveis por empresas de recrutamento.

«A nossa recomendação é a das pessoas investirem, dentro do possível, no redireccionamento da sua própria carreira para áreas onde tenham maiores garantias de colocação e de adequação ao mercado de trabalho», disse à Lusa o administrador executivo do grupo Egor, Amândio Fonseca.